Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive. (Padre Antônio Vieira)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

FHC falso intelectual

Com cumprimentos,
Segue artigo.
É bom desmascarar essas levianas declarações de FHC. 

Fernando Henrique Cardoso (FHC)  não tem autoridade intelectual, nem moral, alguma para dizer que as classes de menor renda de nosso povo são mal informadas. 

Elas só são mal informadas, na medida em que veem a TV comercial, a qual está, por inteiro, nas mãos de inimigos do País, controlada, há mais de 60 anos,  pela oligarquia financeira angloamericana, cujo objetivo é empurrar o Brasil para o subdesenvolvimento e para o atraso tecnológico. 

Na realidade, quem está não só mal informado, mas desinformado e intoxicado por lavagem cerebral, são os leitores da revista VEJA, os do jornal O GLOBO e demaisveículos conhecidos  por suas iniciais: GAFE (Globo, Abril, Folha e Estadão). 

A intervenção estrangeira,dentro do Brasil, produziu, entre outros estragos, o de abaixar grandemente o nível da cultura e a qualidade dos que têm acesso à escolaridade, inclusive no nível dito superior.  

Assim, a grande maioria dos brasileiros das classes de maior renda que buscam  "informação" na mídia do GAFE, carecem de sistema imunológico, em seus intelectos, para não se deixarem intoxicar pela sistemática deformação dos fatos e pelas interpretações falaciosas desses fatos, que constituem a atividade profissional dos comunicadores a serviço da grande mídia. 

Esses que imaginam ter boa instrução,  são, pois, os pessimamente informados, que  ignoram e teimam em ignorar até as mais visíveis perversidades cometidas contra o Brasil nos dois mandatos de FHC, ambos obtidos por meio de fraudes, golpes e corrupção.  Nunca quiseram ler sequer o livro "O Brasil Privatizado", de Aloysio Biondi, o melhor jornalista econômico que já tivemos. 
Quanto mais se pesquisa, mais se encontram exemplos das degradantes medidas tomadas durante os mandatos de FHC, todas com o objetivo de promover a desnacionalização e a impotência econômica e tecnológica do Brasil.   

FHC não é intelectual, coisíssima nenhuma. 
É um desses indivíduos que os serviços, agências e fundações das potências imperiais angloamericanas, recrutam, dentro de seu programa de"trabalho": conspirar contra o País,  impedir seu desenvolvimento e abalar até mesmo sua integridade, por meio de intervenção permanente. 

O recrutamento de FHC - por fundações norte-americanas, ligadas à CIA, uma das 16 agências de "inteligência" dos EUA - está documentado em, entre outras publicações, o livro "E Quem Pagou a Conta", de autoria da pesquisadora Frances Stonor Saunders, tradução editada pela Record.  Para não quebrar a sequência, transmitirei, em anexo, uma apresentação dessa obra por Armindo Abreu e Sebastião Nery. 

Bem, FHC foi recrutado por sua qualidade intelectual?  Não.  
Os que o recrutaram, trataram de construir sobre ele a falsa imagem de intelectual. Interessou-lhes mais haver FHC posado de marxista, na época de professor na USP, e ter sido aposentado prematuramente, em 1964, alegadamente por inclinação à esquerda.  

Isso lhe proporcionou posar de exilado no Chile, onde lhe arranjaram colocação na CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina) e pôde acumular os proventos desse emprego com os da aposentadoria, na realidade, um prêmio do regime militar. 

FHC é filho e sobrinho de generais do Exército. Estes até participaram da campanha "O Petróleo É Nosso", em 1952/53. Mais uma falsa credencial: além da de suposta esquerda,  a de nacionalista. Ou seja, as antíteses das políticas de FHC. 

Nada mais conveniente, pois, para a CIA que fomentar a carreira de alguém aparentemente insuspeito para cometer os crimes que cometeu contra a sociedade e contra o País.  

A carreira de FHC foi, assim, turbinada por numerosos golpes e factoides, sob o a direção  de serviços secretos e entidades da oligarquia financeira angloamericana.  O lance inicial ocorreu, no final dos anos 60: a doação estimada em 800 mil dólares, concedida pela Fundação Ford ao CEBRAP, instituto criado por FHC em SP.  

É fácil construir a carreira de alguém escalado para ser seu instrumento, já que a oligarquia financeira mundial tem decisiva influência sobre organismos internacionais, inclusive  ONU,  universidades e a grande mídia, em todas as partes do mundo. 

Ademais, os golpes no Brasil não foram só os militares. A intervenção faz-se sempre, através de corrupção da grossa, aquela que a grande mídia encobre.  

O rarefeito valor intelectual de FHC contrasta com a imagem criada sobre ele, conforme o método de repetir mentiras até virarem "verdade", como ensinou o psicólogo Edward Bernays, sobrinho de Freud. 

Em meu livro "Globalização versus Desenvolvimento", nas páginas finais, demonstrei em que consiste a obra principal atribuída à autoria de FHC (em co-autoria com o chileno Enzo Faletto, o enormemente divulgado (et pour cause) Dependência e Desenvolvimento na América Latina. 

Trata-se de um livro mal escrito,  com parágrafos longos e confusos, com frases mal encadeadas, cuja finalidade é afirmar que a dependência (econômica, financeira e tecnológica, entre outras) seria compatível com o desenvolvimento. 

A história dos últimos 60 anos no Brasil demonstra exatamente o contrário disso. 

Eis um trecho de meu livro, em que cito depoimentos de intelectuais de alto nível sobre a obra de FHC: 

Como observou Celso Brant, o melhor julgamento sobre a obra sob comento foi o de João M. Cardoso de Mello, destacado professor da UNICAMP: "O livro é um malogro completo [...] Um livro de circunstâncias. Se você tirar da prateleira e for ler, aquilo não fica em pé".[1] Já o professor laureado da Universidade de Yale, Robert Packerman, considera que as únicas partes aproveitáveis do trabalho de Cardoso e Faletto são as que eles copiaram de André Gunder Frank

From: Armindo Abreu

Sent: Thursday, August 27, 2009 9:32 PM

Assunto: LIVRO BOMBA ACUSA FHC

Nunca  engoli  essa  história  de  Fernando  Henrique  exilado.  Não  me 
passava pela cabeça que um  filho de um graduado militar do exército 
viesse a  ser exilado. Exilado para o Chile, onde outra ditadura militar 
governava? Porque não  teve o destino dos outros exilados,  tal  como: 
Cuba,  União  Soviética  etc?  Isto  sempre  me  cheirou  mal.  Hoje  tenho 
absoluta  convicção  que  ele  sempre  esteve  a  serviço  de  interesses 
outros que não os do Brasil. 

É SEMPRE BOM LEMBRAR

O QUE FEZ O FHC NA PRESIDÊNCIA!!!

FHC  enterrou  o  sonho  de  todo  brasileiro  da minha  geração. O  "maior 
estadista  do  mundo"  foi  apenas,  e  tão  somente,  leiloeiro  do  Brasil 
no  pós  guerra  fria,  o cara que entregou o controle de nossa 
economia ao Império Anglo-saxão.

OBRA DE UMA PESQUISADORA INGLESA

Abaixo,  informe  do  jornal  Correio  do  Brasil  sobre  um  livro  que  abre 
algumas caixas pretas das ligações entre o alto tucanato e a 
CIA.

Livro-bomba acusa FHC de receber milhões de dólares da 
CIA ! "E Quem pagou a conta?" A CIA na guerra fria da cultura já se 
transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de 
todos os matizes mais desejavam. 

A  obra  da  pesquisadora  inglesa  Frances  Stonor  Saunders  (editada 
no  Brasil  pela  Record,  tradução  de  Vera  Ribeiro),  ao  mesmo  tempo 
em que pergunta, responde: Quem "pagava a conta" era a CIA, a 
mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de 
dominação  cultural  e  ideológica  do  Brasil,  assim  como  os milhões  de 
dólares que os procederam,  todos entregues pela Fundação Ford, 
a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período 
de 1994 a 2002. 

O  comentário  sobre  o  livro  consta  na  coluna  do  jornalista  Sebastião 
Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa.

"Não  dá  para  resumir  em  uma  coluna  de  jornal  um  livro  que  é 
um  terremoto.  São 550 páginas documentadas, minuciosa 
e magistralmente escritas:  "Consistente  e  fascinante"  (The 
Washington  Post).  "Um  livro  que  é  uma martelada,  e  que  estabelece 
em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma 
história  crucial  sobre  as  energias  comprometedoras  e  sobre  a 
manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).

Dinheiro da CIA para FHC 
"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da 
Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa 
com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. 
Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira 
de 145 mil dólares. Nasce o CEBRAP".  Esta  história,  assim 
aparentemente  inocente,  era  a  ponta  de  um  iceberg.  Está  contada 
na  página  154  do  livro  "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do 
possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora 
Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do 
ano de 1969" era fevereiro de 69.

Fundação Ford

Há menos  de  60  dias,  em  13  de  dezembro,  a  ditadura  havia lançado 
o AI-5 e  jogado o País no máximo do  terror do golpe de 64, desde o 
início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. 
Centenas  de  novas  cassações  e  suspensões  de  direitos  políticos 
estavam  sendo  assinadas.  As  prisões,  lotadas.  Até Juscelino e 
Lacerda tinham sido presos. 
E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação 
Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar 
o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O 
total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade 
de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos 
americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.

Agente da CIA

Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. 

Fernando Henrique já tinha serviços prestados.  Eles  sabiam 
em  quem  estavam  aplicando  sua  grana.  Com o economista 
chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de 
lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América 
Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em 
desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se 
mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. 

Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando 
Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e 
passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades 
norte-americanas e européias.  Era "um homem da Fundação 
Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um 
dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.

Milhões de dólares

1  -  "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As 
fundações, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram 
consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para 
os financiamentos... isso  permitiu  que  a  CIA  financiasse  um  leque 
aparentemente  ilimitado  de  programas secretos de ação que 
afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, 
universidades, editoras e outras instituições privadas"  (pág. 
153).  2  -  "O  uso  de  fundações  filantrópicas  era  a  maneira  mais 
conveniente  de  transferir  grandes  somas  para  projetos  da  CIA, 
sem  alertar  para  sua  origem.  Em meados da década de 50, a 
intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152).

 "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam 
montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos 
por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443). 

3  -  "A  liberdade  cultural  não  foi  barata.  A CIA bombeou dezenas 
de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o 
ministério da Cultura dos Estados Unidos...  com  a  organização 
sistemática  de  uma  rede  de  grupos  ou  amigos,  que  trabalhavam  de 
mãos  dadas  com  a  CIA,  para  proporcionar  o  financiamento  de  seus 
programas secretos" (pág. 147).

FHC facinho

4  -  "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado 
o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não 
havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" 
(pág. 123).

5  -  "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa 
(havia escritórios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, 
na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, 
na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no 
México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no 
Brasil" (pág. 119).

6 - "A ajuda  financeira teria de ser complementada por um programa 
concentrado de guerra  cultural, numa das mais ambiciosas operações 
secretas  da  guerra  fria:  conquistar a intelectualidade ocidental 
para a proposta norte-americana"  (pág.  45).  Fernando  Henrique 
foi facinho.

Cordialmente, 
Adriano Benayon

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