Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive. (Padre Antônio Vieira)

sábado, 23 de maio de 2015

Catarinense enfrenta o desafio de passar uma semana sem smartphone

Smartdependência23/05/2015 | 07h58

http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2015/05/catarinense-enfrenta-o-desafio-de-passar-uma-semana-sem-smartphone-4766891.html

Catarinense enfrenta o desafio de passar uma semana sem smartphone

Designer de 32 anos enfrentou cinco dias úteis sem o aparelho

Catarinense enfrenta o desafio de passar uma semana sem smartphone Charles Guerra/Agencia RBS
Luiza com o marido José Vitor e a filha Ana Rosa durante o desafioFoto: Charles Guerra / Agencia RBS


Você aceitaria ficar uma semana sem smartphone? A designer de interiores Luiza Freitas Lopes, de 32 anos, aceitou o desafio, para perplexidade de todos os amigos com quem comentou o assunto. Deixou de lado dois smartphonestablet e  leitor de e-books durante quase uma semana para um teste de sua "smart-dependência."

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Teve que voltar a usar um Nokia "sei lá que número", sem acesso à internet — pôde manter um celular básico para telefonar por causa do trabalho —, voltar a ligar o computador para acessar o Facebook e a ler livros de papel.

No seu vício diário, ela não está sozinha. No mundo todo, mais de 1,6 bilhão de pessoas usam smartphone. Mais de 2 bilhões de pessoas no mundo terão um smartphone em 2016, seguindo o ritmo atual de vendas.

Cada lançamento de aplicativo ou nova atualização tenta criar um novo hábito para o nosso dia a dia. Alguns até conseguem. Quem imaginaria que iríamos querer bater fotos quadradas, como no Instagram?

De todo esse pessoal, conta o psicólogo Cristiano Nabuco, especialista no estudo dos vícios em internet e celular, de 10% a 30% dos usuários podem estar viciados no sensação de prazer que dá receber uma curtida ou passar de fase no Candy Crush.

Tratamento e resultado

Para fazer a "detox", Luiza teve que desligar o smartphone à meia-noite de domingo. Não podia mais usar aquele celular, o tablet ou outros dispositivos que conectassem à internet de forma mobile. Teve que usar um daqueles telefones antigos (que a bateria durava a semana inteira).

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Luiza só poderia voltar a usar  o smartphone no sábado. Mas parece que o "tratamento" funcionou. Ela revela que só voltou a tocar o aparelho, em que era viciada, no domingo, para mostrar uma foto do Facebook para a mãe:

— Foi uma surpresa. Eu tinha acordado na sexta-feira já com a expectativa. E esqueci — conta Luiza.

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