terça-feira, 30 de junho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Estudante nigeriano resolve equação que estava sem solução há 30 anos
Aluno nigeriano resolve equação que estava há 30 anos sem solução no Japão. Além disso, Ufot Ekong alcançou as maiores notas em uma universidade japonesa desde 1965
Um estudante nigeriano vem quebrando recordes em sua universidade no Japão. Após atingir as melhores notas registradas pela instituição desde 1965, Ufot Ekong, quando estava no primeiro semestre, resolveu uma equação matemática que estava há 30 anos sem solução.
Ekong estudou engenharia elétrica na Universidade de Tokai, em Tóquio, no Japão. Em sua carreira acadêmica, o aluno já ganhou seis prêmios. As nformações são do jornal britânico "The Independent".
O aluno também fala inglês, francês, japonês e iorubá (idioma falado em parte da Nigéria) e ganhou um prêmio de língua japonesa para estrangeiros.
Para pagar as mensalidades da faculdade, ele já teve que trabalhar em dois empregos. Atualmente, Ekong trabalha na Nissan e já tem duas patentes de carros registradas em seu nome. Ele deve concluir a faculdade em 2016.
A Universidade de Tokai é particular e direcionada a carreiras de ciências e tecnologia. A instituição foi fundada em 1924.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Ensaio fotográfico mostra a verdade por trás do que você come
Fotógrafo confronta indústria e resolve mostrar o que de fato estamos comendo por trás dos apetitosos alimentos industrializados
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/05/ensaio-fotografico-mostra-a-verdade-por-tras-do-que-voce-come.html
Você já parou para pensar do que são feitos os empanados de frango que estão em seu congelador? Se você desconfia que as iguarias não são "100% frango", está certo. Uma pesquisa realizada em Mississipi constatou que os empanados contém de 40% a 50% carne de frango. O restante é composto por cartilagens, gordura, nervos e fragmentos de ossos.
Tentando alertar para esta composição, um fotógrafo texano resolveu fazer uma campanha de conscientização. Em "Mysterious Meat" (Carne misteriosa, em tradução livre), Peter Augustus, que vive em Hong Kong, mostra a verdadeira composição dos pratos industrializados, e sobretudo a carne que eles contêm, em sua forma bruta.
"Ao chegar a Hong Kong pela primeira vez, as cenas que mais me marcaram foram os açougues (…)", explica Peter Augustus. "Como estrangeiros vindos de uma grande cidade do Ocidente, a maioria de nós nunca vê de perto com que se parece o animal que vamos comprar e comer – está sempre embalado adequadamente e apresentado em um supermercado climatizado", ele constatou.
"Ao ter de passar na frente desses açougues todos os dias, com as cabeças de porcos, os intestinos, os olhos e os pulmões pendurados de ganchos em pleno ar, isso me trouxe um desafio de encarar essas lojas como um lugar normal, de onde vem o verdadeiro alimento, que termian no cardápio de um restaurante local", afirma Peter.
"A maioria de nós raramente vê de perto que tipo de comida estamos comprando. Elas estão sempre embaladas, bonitas e arrumadas, exibidas em um refrigerador de supermercado", disse o fotógrafo.
Confira abaixo algumas imagens do ensaio "Mysterious Meat":
Hiper-realismo: parece fotografia, mas não é; surpreenda-se
Parece fotografia, mas não é: uma seleção de 15 incríveis artistas hiper-realistas. Seja pintando retratos, paisagens ou objetos, os quinze artistas a seguir criam obras tão realistas que são de tirar o fôlego. Conheça o trabalho desses mestres do hiper-realismo, e surpreenda-se
Fotografia? Não.
O hiper-realismo é derivado do fotorrealismo, e teve sua origem na segunda metade do século XX. Como o próprio nome indica, o realismo é levado ao extremo, ou seja, acrescentam-se muitos detalhes às obras de pintura, desenho ou escultura, para que esse se aproxime o máximo possível da realidade.
Os hiper-realistas utilizam-se das cargas sociais ou emocionais de suas obras, contextualizando-as de modo a criar narrativas singular e cheias de poesia.
É importante notar o componente paradoxal do hiper-realismo: apesar das obras aproximarem-se da realidade a ponto de serem quase idênticos, não são a realidade. Essa simulação de realidade cria a ilusão de uma nova realidade, mais complexa e, principalmente, mais subjetiva.
Roberto Bernardi: impessoalidade fria
O italiano Roberto Bernardi é tão real que podemos quase sentir a temperatura dos objetos que retrata. O artista, que começou a pintar telas com menos de 10 anos de idade, hoje domina o hiper-realismo. Suas obras mostram cenas da vida cotidiana de forma crítica, exibindo com impessoalidade e frieza a forma automatizada como vivemos.
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Alyssa Monks: quando o realismo descontrói a si mesmo
"Quando comecei a pintar o corpo humano, me tornei tão obcecada com ele que precisava do máximo de realismo possível. Persegui realismo até que chegou a um extremo, e começou a desconstruir a si mesmo", explica Alyssa Monks, pintora de Nova Jérsei de 35 anos. "Estou explorando a possibilidade e potencial de representação, onde a pintura figurativa e abstrata encontram-se, onde coexistem."
E como fazer o abstrato e o hiper-realismo coexistirem? Alyssa utiliza-se de "filtros" que insere em suas pinturas – como a presença de água, vidro, vapor – que distorcem as figuras que representa.
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Juan Francisco Casas: só caneta Bic
Quem nunca rabiscou com uma caneta Bic? O espanhol Juan Francisco Casas, de 34 anos, cria desenhos tão realistas usando apenas as famosas canetas que parecem fotografias.
Tudo começou há seis anos, quando Casas começou a desenhar seus amigos divertindo-se. Um ano depois, o artista decidiu enviar um dos seus desenhos a uma competição nacional de arte – apesar de achar que os jurados, provavelmente, achariam que aquilo era piada. Ele levou o segundo lugar.
Seus trabalhos incríveis, alguns com vários metros de altura, consomem 14 canetas esferográficas cada, e podem levar até duas semanas para ficar prontos.
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Gottfried Helnwein: verdades perturbadoras
Um dos mais famosos artistas hiper-realistas é o austríaco Gottfried Helnwein. Seus trabalhos geralmente são perturbadores, sensação que ganha ainda mais força pelo realismo chocante. Alguns temas recorrentes em seus trabalhos são a infância e a perda da inocência, mas o artista também fez diversos autoretratos hiper-realistas, além de vez ou outra, trabalhar com performances e instalações.
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Henrik Aarrestad Uldalen: sonhos em realidade
É difícil acreditar que o norueguês Henrik Aarrestad Uldalen seja um autodidata. Ele cria obras hiper-realistas envoltas em uma aura mística, que remetem aos sonhos. As figuras desenhadas podem estar flutuando, voando ou nadando em grandes espaços vazios.
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Paul Lung: na ponta da lapiseira
Paul Lung, um artista de 38 anos de Hong Kong, faz desenhos tão incríveis que seus amigos começaram a duvidar que as obras não eram fotografias. O que é mais impressionante é que tudo que ele precisa são um grafite simples 0,5 mm, e uma folha sulfite A4!
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Paul Cadden: carvão e giz branco
O artista escocês Paul Cadden utiliza apenas grafite, giz branco e carvão para criar seus retratos hiper-realistas. Ele dá destaque para os elementos mais sutis das cenas, do brilho nas gotas de água escorrendo às pequenas rugas que marcam o rosto de um idoso.
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Rajacenna : talento aos 18 anos
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Dá para acreditar que o desenho acima foi feito por uma garota de 18 anos?
Rajacenna está acostumada a ser precoce. A holandesa, nascida em 1993, começou a trabalhar como modelo aos 4 anos de idade, e aos 5 fez suas primeiras aparições na televisão. Ela estrelou filmes, novelas e seriados e aos 12 anos tornou-se apresentadora do Kinderjournaal.
Porém, foi só em 2009 que Rajacenna decidiu dedicar-se aos desenhos, e começou a produzir ilustrações incríveis. Ela leva cerca de 40 horas para completar cada um dos desenhos. Ufa!
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Para os mais céticos, aqui está um vídeo de Rejacenna desenhando. Impressionante!
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Steve Mills: simplicidade bucólica
O americano Steve Mills sempre foi obcecado pela busca do realismo em seus desenhos. Quando tornou-se pintor, durante seu estudos de paisagens, descobriu o hiper-realismo e apaixonou-se.
As obras de Steve Mills demonstram uma paixão pela vida e um gosto em encontrar a beleza nos pequenos detalhes. O próprio artista define seu tema favorito como "o comum incomum" ou "o ordinário extraordinário".
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Hubert de Lartigue: a força da sensualidade
O francês Hubert de Lartigue já foi ilustrador de livros e desenhista de pin-ups. Não satisfeito, ele resolveu expressar todo seu deslumbramento pela beleza feminina, nas suas manifestações mais simples, através de suas pinturas hiper-realistas.
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Hynek Martinec: a pessoa por trás da imagem
O tcheco Hynek Martinec captura em suas pinturas hiper-realistas as texturas da personalidade e psique dos retratados. Quase podemos compreender as pessoas que estão sobre a tela, com suas deficiências e medos. O artista já viajou por vários lugares do mundo, e pintou pessoas das mais diversas nacionalidades, crenças e idades – o que só fez crescer o seu talento.
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Tjalf Sparnaay: para comer com os olhos
Difícil olhar para os quadros de Tjalf Sparnaay e não ficar com água na boca. O artista, influenciado por grandes pintores como Johannes Vermeer e Rembrant, nos apresenta alimentos cotidianos tão cheios de presença que podemos quase saboreá-los: os seus pães são crocantes, suas carnes, suculentas, e seus doces, apetitosos. Bon appetit!
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Matteo Mezzetta: o cotidiano em branco e preto
Em suas telas, Matteo Mezzetta dedica-se a reproduzir cenas do cotidiano em preto e branco. Suas obras ganham força derivada tanto pelo excesso de realismo, quanto pela colocação de situações absolutamente comuns como arte, obrigando a expectador a refletir sobre a própria caracterização de obras de arte como tal.
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Yigal Ozeri: mulheres etéreas
Yigal Ozeri, de Israel, prefere retratar jovens mulheres em conexão com a natureza, envoltas em um ar etéreo e misterioso. A feminilidade e a sensualidade emanam de sua obra, com toques renascentistas. Ozeri afirma que, sob as tintas de seus retratos, podemos encontrar um mundo de "romantismo, violência e liberdade".
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Diego Gravinese: viva a vida
O argentino Diego Gravinese cria obras cheias de vitalidade e movimento. A sua mistura perfeita entre o mundano e o bizarro, além da evidente descontração dos retratados, gera uma energia e presença inconfundíveis em cada um de seus quadros.
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