sábado, 15 de outubro de 2011

Soneto da Lua de Cristina

Peço para você, Cristina,
Que faça-me sentir e enxergar o belo,
Pois em meu mundo só existe ruína,
E o que sobrou foi destinado ao flagelo.

Sempre cometo os mesmos erros,
Enquanto você só faz acertar,
Em caminhos que não são terrenos,
Planetas obscuros que fico a imaginar.

Lá, não existe reminiscência,
Em suas ondas sonoras que vem de longe
Não tem nenhuma interferência.

Fica comigo aqui, lunar, e conte-me,
Mostre-me: a perfeição, como se faz?
Em silêncio, espacial, em sua lua errante.

fforesti.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário