Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive. (Padre Antônio Vieira)

terça-feira, 23 de junho de 2009

For ever reading, never to be read.

For ever reading, never to be read.
 
Pope, Dunciad, III, 194, apud, Schopenhauer, A arte de escrever, p. 41

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