Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive. (Padre Antônio Vieira)

sábado, 17 de setembro de 2011

Amor de mentira

Escrevo aqui a minha história suja,
Com papel e caneta, em forma de poesia,
Porque se contasse em prosa, nesta sala escura,
Nem a tela de um computador aguentaria.
 
Vivi um amor malogrado, indecoroso,
Daqueles que podemos ler em romances baratos,
Amor que em verdade foi mentira, libidinoso,
Um romance que não se canta, que não aconteceu de fato.
 
Romance que assim acaba, sem pranto ou emoção,
Que pede pra morrer, sem demora, sem dor.
Que não requer compaixão nem compreensão.
 
Nos enganamos tanto, mas sempre queremos mais amor,
Corre coração, comemora seu novo amor, mesmo que seja vão,
Mesmo que seja com a pessoa mais imunda, vil e sem pudor.
 
 
fabricio foresti
 
 
 
 
 
 

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