Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive. (Padre Antônio Vieira)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Poema sem vontade

Um poema no início da tarde,
Uma poesia sem vontade,
Sem nada para dizer
Às treze e dezesseis...

Sim, é vera!
Não tenho nada a dizer,
Apenas quero escrever,
Assim, sem nada para contar.

f. foresti

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