Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive. (Padre Antônio Vieira)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O cheiro dos que amam

Preciso escrever uma poesia para ganhar o dia
Que está perdido, parado, sem nenhuma graça,
Quem sabe gargalhar? Contento-me com uma risada,
Mesmo amarela, e escrever qualquer coisa com magia.

Tem de falar de amor, de preferência conter muita dor.
Sofre coração, sofre que eu preciso escrever,
Mesmo que contra a parede minha cabeça eu tenha de bater.
Preciso de muita dor, eu preciso muito falar de amor.
 
Silêncio! Silêncio que eu quero ouvir!
Todas as emoções que se anunciam,
Todos os sentimentos que estão por vir.

E quando sinto o cheiro dos que amam, minh'alma clama:
Quero ver você com uma imensa vontade de chorar e rir!
Chegou sua hora coração, o soneto está pronto, o amor te chama.



f. foresti

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